quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A Felicidade: forma

Vou contar uma pequena história de como podemos ser felizes de uma forma inesperada:

Numa tarde de um dia comum um jovem adolescente [gostei dessa descrição] estava na sua página de relacionamento, quando deparou com uma foto, um outro jovem adolescente [tá, puxei o saco] e simplesmente sentiu, sentiu seu coração bater mais rápido, sentiu que o mundo fazia sentido, que o mundo não era preto/cinza, mas sim colorido. Começaram a conversar e foi como se houvesse a sintonia perfeita entre duas pessoas, de certa forma, distantes uma da outra, unidas por uma simples tela de computador. Usavam palavras carinhosas e felizes, que poderiam ser consideradas vagas, mas não elas realmente estavam cheias de sentimento.

Um pequena história, a qual pode surgir a seguinte pergunta: e o final? qual o fim dessa história? Resposta: não há um fim, apenas o início.

Viver uma história assim não é fácil, acredite não é.
Mas existe algo, uma palavrinha que pode definir o porque de continuar em uma história assim: gostar.

Para JB,
Por gostar de você sou capaz de escrever a nossa história de todas as formas e idiomas possível. Estar com você é, nossa, inexplicável, mas visivelmente apaixonante. O que sinto, não sei bem o que é, mas sei que o que sinto é verdadeiro, puro e intenso. Por isso fiz o pedido: Quer namorar comigo?

Para finalizar, a pequena história a qual descrevi, vejam que o verdadeiro sentimento pode ser intensificado com uma simples frase:

"Nossos encontros são fortes, intensos e únicos".

1 comentários: